Colorir Dezembro

Ontem passei uma tarde bem ao estilo da quadra: colaborei arduamente na montagem da árvore de Natal (longe vão os tempos em que eu exigia um pinheiro natural - a consciência chegou entretanto). Já não me entusiasmo com estas tarefas, de modo que fui adiando este dia até já não aguentar mais a pressão juvenil.
Quando se pensa nos feriados de Dezembro vêm sempre à memória o frio, os narizes e bochechas rosadas, as mantas de xadrez (ía escrever quadrados, mas de quadrados são feitas as toalhas de mesa e essas lembram os piqueniques e o Verão - nada a ver, portanto), uns filmes da treta e céus cinzentos.
Este mês é sempre mais doce. Porquê?
Como sempre, vou-me encher disso.
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